
Será que é pedir demais um Jacob Black pra mim?
Grande e quentinho, e de moto, e temperamento perfeito, e fofo, e aquele sorriso….Aaahhh, o sorriso do meu Jake *-*
É tão melhor você se apaixonar por um personagem de um livro/filme do que por uma pessoa normal…A única tristeza que dá é que você sabe que ele nunca vai ser daquele jeitinho…Mas não custa nada sonhar, néSe eu tivesse que escolher um cara perfeito, ele seria IGUALZINHO ao Jacob Black, só que não precisa virar lobisomem hehehe…ou sim :rolling eyes:
Aiai…Só isso mesmo pra me fazer abrir um sorriso bobo e rir à toa…E prefiro assim =P
Alguém me dá um de presente??
Postado em Uncategorized em Abril 28, 2009 por mercenaryluthienMudanças……..
Postado em Uncategorized em Abril 24, 2009 por mercenaryluthienFinal de semana mara!
Cheguei à conclusão que tô velha pra baladinhas, mas mesmo assim, me diverti muuuito! Meu pescoço dolorido é a prova master disso, bangueia, filha da puta! hAHUAHAUHAU.
Mas o melhor, foram os dois gols do meu gordinho!
3X1 PRO MEU TIMÃOOOO!!
A TAÇA JÁ É NOSSAAAAAA!!!
LOKA POR TI CORINTHIANS!!
Commala-venha-um
Postado em Uncategorized em Abril 17, 2009 por mercenaryluthienEssa é a canção da Commala e A Canção de Susannah, um pouco mais macabra, mas não sei se vocês vão achar, mas quem leu vai saber do que eu to falando XP
Commala – Venha – Ka
Linha – Commala-venha-venha
Há um jovem com revólver.
Que perdeu sua querida
Quando ela o pegou na corrida.
Resposta – Commala-venha-uma!
Ela o pegou na corrida!
Deixou o amor mais sozinho
Ele não terminou.
Linha – Commala-venha-vento
O sopro vai levá-la pelo ar.
Fazê-la chegar aonde soprá-la o vento do ka
Pois não há mais nada a fazer
Resposta – Commala-venha-dois!
Mais nada a fazer!
Chegar aonde soprá-la o vento do ka
Pois não há mais nada a fazer.
Linha – Commala-venha-tom
Pode me dizer o que vê?
São fantasmas ou apenas o espelho
Que a fazer querer fugir?
Resposta – Commala-venha-três!
Imploro, me diga!
São fantasmas ou apenas seu eu mais sombrio
Que a fazem querer fugir?
Linha – Commala-venha-ko
Qui tu tá fazendo no meu cantão?
Si tu num me contá já, minha amiga,
Vou te jogá no chão.
Resposta – Commala-tome a frente!
Posso derrubá-la, vai ver!
As coisas que fiz a gente como você
Tu nem vai querer saber.
Linha – Commala-dance-ligue
Não é incrível estar vivo?
Para assistir à Discórdia
Quando a Lua do Demônio vier.
Resposta – Commala-venha-cinco!
Mesmo quando a sombre se erguer!
Ver o mundo e andar o mundo
Deixa a gente feliz de viver.
Linha – Commala-força-nada!
Você não save onde meteu os dedos!
Cumprimentar um traidor de mão enluvada
É agarar um feixe de gravetos!
Resposta – Commala-venha-seis!
Nada além de espinho, gravetos!
Quando encontra sua mão na luva de um traidor
Você não sabe onde meteu os dedos.
Linha – Commala-pão-fermento!
Vão apra o inferno ou sobem ao céu!
Quando atiram armas e o fogo é quente,
Você tem de enfiá-las no forno.
Resposta – Commala-venha-sete!
Gemido e sal pra fermento!
Aquecê-los, batê-los no vento.
E enfiá-los no forno.
Linha – Commala-ka-tino
Estás nas mãos do destino.
Não importas se és ou não realidade,
Já é cada vez mais tarde.
Resposta – Commala-venha-oito!
Já é cada vez mais tarde!
Não importa a sombra que jogues
Estás nas mãos do destino
Linha – Commala-vem também
Tens de cruzar a linha.
Quando finalmente a coisa conseguires
Te sentirás muito bem.
Resposta – Commala-vem-nove!
Te sentirás muito bem!
Mas para conseguires a coisa
Terás de cruzar também.
Linha – Commala-venha-veja
É a outra de novo.
Talvez você conheça seu nome e seu rosto
Mas isso não a faz sua amiga.
Resposta – Commala-venha-dez!
Ela não é sua amiga!
Se você a deixa se aproximar demais
Ela vai destruí-la de novo.
Linha – Commala-venha-chame
Saudamos aquele que nos fez a todos.
Que fez os homens e fez as moças,
Que fez o grande e o pequeno.
Resposta – Commala-venha-chame!
Ele fez o grande e o pequeno!
E como é grande a mão do destino
Que governa um e governa todos.
Linha – Commala-venha-ki
Há um tempo de viver e um de morrer.
Com as costas no último muro
Você deixa a bala voar.
Resposta – Commala-venh-ki
Deixa a bala voar!
E não chore por mim, guri.
Quando meu dia de morrer chegar.
Linha – Commala-venha-kim
A criança chegou enfim!
Cante sua canção, Ah, saiba bem cantar!
A criança veio para passar.
Resposta – Commala-venha-kim
O pior veio para passar.
A Torre treme em sua base;
A criança chegou enfim.
Commala-venha-venha
A batalha agora começou!
E todos os adversários dos homens e da rosa
Se erguem com o pôr do sol.
Commala-come-ka
Postado em Uncategorized em Abril 16, 2009 por mercenaryluthienCanção da Commala (Lobos de Calla)
Vem-vem-commala
O arroz chega ô pessoal
O arroz vem a cair
Eu vejo tudo brotar
Eles vem ô pessoal
A Or-i-za oferecemos
Que seja verde o arroz, ôôô
Vê-lo todos o vemos
Que seja verde o arroz, ôôô
Vem-vem-commala!
Vem-vem-commala!
O arroz chega ô pessoal
No fundo do fundo do vale
Mato-vem-commala
Sob o céu azul, ôôô
Relva verde e alta, ôôô
Moça e seu cara
Se deitam juntos
Escorregam, deslizam
Sob o céu, ôôô
Vem-vem-commala!
O arroz chega ô pessoal
Amanhã eu posto a canção da Commala na Canção de Susannah
Keep Holding On
Postado em Uncategorized em Abril 7, 2009 por mercenaryluthienPra todos aqueles que são especiais pra mim!
You’re not alone
Together we stand
I’ll be by your side
You know I’ll take your hand
When it gets cold
And it feels like the end
There’s no place to go
You know I won’t give in
No, I won’t give in
Keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
Just stay strong
cause you’ll know I’m here for you,
I’m here for you
There’s nothing you can say
Nothing you can do
There’s no other way when it comes to the truth
So keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
So far away
I wish you were here
Before it’s too late
This could all disappear
Before the doors close
And it comes to an end
With you by my side
I will fight and defend
I’ll fight and defend
Keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
Just stay strong
cause you’ll know I’m here for you,
I’m here for you
There’s nothing you can say
Nothing you can do
There’s no other way when it comes to the truth
So keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
Hear me when I say,
When I say I believe
Nothing’s gonna change
Nothing’s gonna change,
Destiny
Whatever is meant to be
We’ll work out perfectly
Keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
Just stay strong
cause you’ll know I’m here for you,
I’m here for you
There’s nothing you can say (nothing you can say)
Nothing you can do (nothing you can do)
There’s no other way when it comes to the truth
So keep holding on
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
There’s nothing you can say (nothing you can say)
Nothing you can do (nothing you can do)
There’s no other way when it comes to the truth
So keep holding on (keep holding on)
Cause you know I’ll make it through,
I’ll make it through
The Sims 3
Postado em Uncategorized em Abril 3, 2009 por mercenaryluthienPodem dizer o que for, mas eu curto The Sims, e pra mim, essa é a porra do jogo mais esperado dos últimos anos!
Segue informações do site sobre o novo jogo:
O The Sims 3 dá a você a liberdade de criar Sims únicos e, então, colocá-los em sua própria vizinhança repleta de vida e de infinitas possibilidades!
Nova Vizinhança, Viva e Contínua – Seus Sims podem explorar livremente a vizinhança.
Novo Criar Um Sim – Crie qualquer Sim, da maneira que imaginar.
Novas Personalidades Realísticas – Agora, cada Sim é uma pessoa realmente única, com uma personalidade distinta.
Nova Personalização Ilimitada – Tudo pode ser personalizado por qualquer um.
Nova Jogabilidade, Rápida e Recompensadora – Há muito mais para seus Sims vivenciarem em The Sims 3.
Nova Personalização Ilimitada – Tudo pode ser personalizado por qualquer um.
Nova Jogabilidade, Rápida e Recompensadora – Há muito mais para seus Sims vivenciarem em The Sims 3.
Se deixar, eu passo horas jogando essa paradinha e nem durmo a noite!
Pretendo chegar hoje a noite em casa, depois da prova de matemática, instalar o The Sims 2, e ficar jogando, até dar muito sono, depois vou acordar, ir comer sanduíche de mortadela no mercadão, depois eu volto e jogo até não poder mais! XD
Juro, parece abstinência! Dá uma vontade de largar tudo, sair correndo e ir pra casa jogar!
Ainda mais com as expansões! A mais legal é a Quatro Estações, sei lá, eu me sinto como se realmente eu tivesse no jogo!
Ainda mais agora com o 3, vai ter muuuuita opção pra personagem, casa, roupa, personalidade!
O mais divertido é construir as casas e matar os vizinhos!
Era pra sair em fevereiro, mas adiaram pra junho…EA Games, vcs adoram deixar o publico ansioso, né?
GRABOIDS EXISTEM!
Postado em Uncategorized em Abril 1, 2009 por mercenaryluthienVerme gigante ataca corais em aquário britânico!!
Funcionários de um aquário no sul da Grã-Bretanha descobriram, após meses de busca, que um verme marinho gigante vinha destruindo uma barreira de corais em exibição no local.
Os funcionários do Blue Reef Aquarium, em Newquay, notaram que muitos dos corais haviam sido danificados, mas não conseguiam saber por quê.
Eles passaram semanas protegendo e vigiando o local, sem achar a fonte dos estragos, até que decidiram revirar a barreira de corais, separando cada rocha uma a uma.
Ali eles encontraram um verme marinho da espécie Eunice aphroditois de cerca de 1,2 metros de comprimento.
O animal só foi retirado do local depois de ser atraído por pedaços de peixe usados como isca. A operação consumiu 9 kg de linha, que ele mordia antes de ser fisgado.
“Não pude acreditar no que vi quando botei os olhos no culpado por tanta destruição”, disse Matt Slater, curador do aquário. “Parecia uma criatura de filme de terror!”.
“O bicho era tão comprido e tinha mandíbulas muito estranhas. Depois de fazer uma pesquisa, descobrimos ainda que esse verme é coberto por milhares de tentáculos capazes de picar outro animal e deixá-lo dormente para sempre”.
O curador acredita que o verme chegou ao aquário ainda muito jovem, escondido em um rochedo povoado.
O animal, batizado de “Barry” pelos funcionários, agora está em exibição em seu próprio tanque, longe dos corais.
NUNCA DUVIDEM DA EXISTÊNCIA DE UM VERME MALDITO!
Assistem Tremors – O Ataque dos vermes malditos (os 4!)
Sem mais…..
Verme da Mongólia
O Verme da Mongólia é um verme venenoso gigante que supostamente vive no Deserto de Gobi. Ele parece que saiu de um filme de ficção científica de acordo com os relatos, mas houve vários encontros que mantêm a teoria de que ele realmente existe. Acredita-se que o verme tem um metro e meio de comprimento e lembra o intestino de uma vaca. Ele normalmente é vermelho e às vezes apresenta espinhos nas duas pontas. O verme é altamente perigoso e pode expelir um veneno letal e descarregar choques elétricos a vários metros de distância.
Ivan Mackerle é o líder da equipe da Tchecoslováquia que saiu em busca do verme três vezes. Durante a segunda expedição, Mackerle tentou, sem sucesso, expulsar o verme para fora do deserto usando explosivos. Ele voltou em 2004, desta vez usando técnicas de vôo baixo pra filmar grandes trechos do deserto, mas a expedição não conseguiu capturar nenhum sinal do verme nas filmagens.
Cientistas e pesquisadores amadores estão intrigados com a idéia de uma criatura que tem sido relatada por nômades da Mongólia durante anos. Pode ser apenas uma questão de tempo até que uma das expedições consiga provar a sua existência.
todash
Postado em Uncategorized em Março 31, 2009 por mercenaryluthien
“Todash: Espécie de transe. Uma das varias formas de viajar entre os diversos mundos existentes. Não chega a ser um sonho, já que em estado “Todash” você realmente viajava para outros lugares. Quando você está em “Todash” as pessoas não notam sua presença física, mas inconscientemente elas sabem que você está ali.”
Segundo a definição do site ProjetoDezenove (O.O 19………….99………..19!!).
Uma das várias maneiras de ir à “quandos” e “ondes” sem precisar se deslocar fisicamente, é como também olhar através das Portas, você pode influenciar pessoas ou mudar uma história, somente estando em Todash, o que não deixa de ser perigoso fazer essa viagem, se você morre em todash, você morre no “mundo real”, por assim dizer, pois lá também é um mundo real. Por exemplo, a Nova York do Eddie e a Nova York do Jake são os mesmos “onde”, porém, diferentes “quandos”, já a Nova York de Susannah, é um diferente “onde”, mas o mesmo quando, entendeu mais ou menos?
A viagem todash nunca te dá certeza de qual “onde” e “quando” você vai parar, e se não conseguir voltar de todash, você pode virar um espírito errante que vaga por todash eternamente, nem muito os manni tem certeza se essa viagem é segura.
Eu diria que pelas Portas é mais seguro do que por uma das bolas de cristais do arco-íris (muito menos e preta!), outro jeito de viajar pra todash é quando o Roland hipnotiza e também tem o poder de levar todas as pessoas do ka-tet (acho que somente um ka-tet conseguiria) para o mesmo “quando” e “onde”.
É isso, pra saber mais, só em todash XP
Próximo post, vou falar sobre a Commala *-*
ps- tenho que dedicar esse post pro ruivo, que ficou curioso em saber o que era todash *-*
“Childe Roland à Torre Negra chegou”, foi minha chamada.”>>eu sei que ninguém vai ler tudo XP
Postado em Uncategorized em Março 27, 2009 por mercenaryluthien
Eu não sei escrever sobre a sociedade, nem coisas bonitas, nem poesia, nem contos…Tá, talvez eu saiba, mas hoje eu não tô nem um pouco inspirada pra falar algo…Então, fica um texto, que foi a principal inspiração do King para escrever a série de livros “A Torre Negra”
CHILDE ROLAND À TORRE NEGRA CHEGOU
Robert Browning (1812-1889)
“Primeiro pensei: ele mentiu a cada sentença
O coxo encanecido, com olhos cheios de malícia
Ávidos por ver nos meus de sua mentira a perícia
E com a boca sem conter a alegria intensa
Que repuxava seus cantos na crença
De que o predador outra vez se sacia.
Qual outro seria o intuito, com seu cajado?
Qual senão emboscar e laçar os andarilhos
Que porventura o encontram pelos trilhos
E vêm pedir direção? Que risada má eu teria escutado,
quem deixaria meu epitáfio marcado
por diversão nos terrosos caminhos,
Se ao seu conselho eu devesse me desviar
Para aquele curso sinistro que, é sabido,
Esconde a Torre Negra? Porém eu, de boa-fé imbuído,
Tomei o indicado caminho, sem orgulho demonstrar
Nem esperança rediviva ao ver o fim se aproximar,
Mas sim gratidão pela idéia de algum fim existir.
Pois, se depois de o mundo todo vagar
Se na minha busca ano a ano estendida
Minha esperança tornou-se uma sombra encardida
E incapaz de com o gozo ruidoso da vitória lidar,
A festa no meu coração eu mal pude refrear
Quando este entreviu a batalha perdida.
Assim como um doente à beira da morte
Já parece morto, e pressente o pranto fatal,
e recebe de todos a despedida amical,
E escuta ao longe a saída de outro consorte
Para respirar lá fora, (não se muda a sorte,
ele diz, e o pesar não se alivia com o golpe final)
Enquanto outros debatem junto às covas
Se há espaço para o caixão e que hora
É a mais apropriada para levá-lo embora,
Sem esquecer dos estandartes, hinos e estolas,
O homem ouve cada uma dessas estórias
E, respeitando tanta candura, quer partir sem demora.
Assim, já sofro há tanto nessa jornada
Já ouvi do fracasso o vaticínio e a confirmação
Para tantos e tantos companheiros da Afiliação
de cavaleiros que da Torre Negra atendem a chamada,
Que falhar como eles me pareceu a coisa acertada
E a única dúvida era: não seria essa minha função?
Tão quieto quanto o desespero eu dei as costas
àquele coxo odioso, abandonando sua via
e adentrando o caminho apontado. Todo o dia
havia sido lúgubre, e as sombras, sobrepostas,
fechavam-se a minha volta, mas uma olhadela torta,
rubra e carrancuda, ele lançou à planície todavia.
Por Deus! Logo assim que me encontrei
Jurado à planície, após não mais que uma passada,
Parei para um último olhar à segurança da estrada
E nada mais havia, só a planura cinza avistei
Nada senão a vastidão sob o céu do astro rei.
Sem mais a fazer, decidi seguir caminhada.
Assim, fui adiante. E creio nunca ter visto
Natureza tão miserável e ignóbil, onde nada medra:
Pois as flores – ou mesmo um cedro entre a pedra,
Embora murchando como pela sua lei previsto,
Mesmo no abandono perduram, pensaria você;
Descobrem-se tesouros quando a casca quebra.
Mas não! Penúria, feiúra, inércia
Em condição estranha está essa parte da terra
“Veja, ou feche os olhos”, a Natureza berra
“Não há escapatória: ela é de todo néscia,
Só o fogo do Julgamento Final trará a panacéia,
Calcinando o chão e livrando os presos que ele cerra.”
Se havia ali alguma ressequida haste de cardo,
Seus colegas não se achavam, e o talo estava decepado.
O que fez aqueles buracos e rasgos no folhado
escuro e duro da bardana, tão machucado
que era impossível pensá-lo regenerado?
Era preciso que um bruto as tivesse pisoteado.
Quanto à relva, era como o cabelo escasso
Dos leprosos; magras lâminas secas na lama
Que parecia ter por baixo uma sangüínea trama.
Um cavalo cego e rijo, ossos à vista, lasso,
Parava ali, estúpido; havia chegado àquele pedaço:
Rebento que o garanhão do diabo não reclama!
Vivo? A meu ver poderia muito bem já ter partido,
Com seu pescoço rubro, descarnado e macilento.
E os olhos fechados por sob o pêlo bolorento;
Nunca o grotesco andou à desgraça tão unido;
E jamais senti por criatura ódio tão ardido:
Ele deve ser mau para merecer tal sofrimento.
Fecho meus olhos, e os volto para o meu coração,
Como um homem que pede vinho antes de lutar,
Visão mais feliz, de outro tempo, eu quis saborear
Para ficar mais apto a encarar minha missão.
Pensar antes, lutar depois, eis do soldado o bordão:
Um vislumbre do passado pode a tudo acertar.
Mas não! Imaginei de Cuthbert a face corada
Em meio a seu adorno de cachos dourados,
Querido amigo, eu quase o senti laçar meus braços
Para me colocar a postos na caminhada
Como ele sempre fez. Ai, noite desgraçada!
O fogo no meu coração se apagou, deixando-o gelado.
Giles então surge – ele que é da honra a alma,
Leal como há dez anos, quando tornou-se cavaleiro
Capaz de ousar tudo que ousaria um homem verdadeiro
Mas – argh – a cena se modifica! Um carrasco infama
seu peito com um aviso que para todos informa:
Desprezado e amaldiçoado; traidor rasteiro.
Do que um passado assim, melhor este presente
Que eu volte então para meu caminho triste
Nenhum som, nada que se veja ao longe em riste.
Aparecerá morcego ou coruja após o poente?
Perguntei quando algo na planície descrente
capturou e dominou meu pensamento num despiste.
Um súbito córrego atravessava meu caminho
Veio tão inesperado quanto uma cobra
Sem o lento escorrer que a atmosfera desdobra
Poderia ser um banho, com seu burburinho,
Para o casco do demônio, a ver seu redemoinho
Negro borbulhar com espuma e faísca rubra.
Tão pequeno e ao mesmo tempo tão mau
Amieiros o cercavam, rasteiros e mirrados;
Salgueiros afundavam-se e afogavam-se desesperados
Numa síncope muda, num atropelo mortal:
Quem os destruiu foi esse carrasco manancial,
E, fosse ele o que fosse, fluía sem ser desviado.
Bom Deus, ao adentrar seu leito, quanto medo
De pisar o rosto de algum cadáver humano,
A cada passo – tateando com um ramo
A cata de buracos – seus cabelos entre meus dedos.
Um rato-d’água talvez tenha por acaso lancetado,
Mas, argh, parecia o grito de um menino.
Estava feliz quando cheguei ao outro lado.
Agora terras melhores me esperam. Vã esperança!
Quais foram os contendores? Qual foi a matança?
Que trotar selvagem pôde fazer desse solo molhado
Um atoleiro? Sapos em um tanque infectado
Ou gatos selvagens numa cela em incandescência –
Assim deve ter sido a luta naquela arena decadente
O que os trouxe até lá, se tinham toda a planície?
Nenhuma pegada na direção daquela imundície
Nenhuma dela se afastando. Alguma poção demente
Agiu em seus cérebros, sem dúvida, como no da gente
Escrava – judia e cristã – que o turco atiçava por malícia.
E além de tudo – a uma milha -, o que era aquele achado?
Para que mau intuito servia aquela máquina, aquela polia -
Um travão, não uma polia -, aquela grade que fiaria
Corpos humanos como se fossem seda? O ar desonrado
Dos rituais de Tophet, na terra perdido, ou invocado
Para afiar o enferrujado metal da sua gradaria.
Então uma terra de galhos, que um dia foi floresta;
Depois algo como um pântano; e agora apenas terra dura
Desesperada e acabada (um tolo encontra ventura,
Faz algo e em seguida o destrói, seu humor desembesta
E ele o abandona!). Por dez ares, chão que cresta,
Lamaçal, seixos, areia, e uma esterilidade negra, impura.
Agora, pústulas inflamam-se em cor forte,
E medonha. Agora, remendos onde a aridez do chão
Tornou-se musgo, ou substâncias em ebulição;
Surge então um carvalho, e nele há um corte
Como uma boca distorcida que cava seu porte
Num bocejo para a morte, morrendo em seu repuxão.
E tão longe como nunca o fim se afigura!
Nada no horizonte senão a noite, nada
Que direcionasse adiante minha passada!
Isso pensei, e surgiu um pássaro de imensa negrura
Amigo de Satã, a asa de dragão, na largura,
roçou meu gorro – talvez esta fosse a guia procurada.
Ao olhar para cima, apesar do anoitecer,
Vi com mais clareza. A planície dera lugar
às montanhas que a cercavam – nome muito invulgar
Para meras alturas feias e montes a não mais ver.
Como poderiam elas ter-me surpreendido, tente esclarecer!
Como vencê-las também não era fácil deslindar.
Mas ainda assim, pareci reconhecer certo truque
Do qual fui vítima, Deus sabe quando -
Talvez em um mau sonho. Aqui estava terminando
O progresso por este caminho. Quando fiz que
desistia, mais uma vez, soou um clique
Como o de um alçapão atrás de mim se fechando.
Veio a mim de imediato, como fogo em um milharal,
Era este o lugar! À direita, esses dois morros, agachados,
como dois búfalos com os chifres enganchados;
Enquanto à esquerda, uma montanha alta… Boçal,
Imbecil, vacilar logo na hora mais crucial,
Você que treinou uma vida para ter olhos afiados!
E se a própria Torre estivesse no centro? Redonda
e atarracada, cega como um coração rasteiro,
Feita de pedra marrom, sem igual no mundo inteiro.
O elfo, caçoando da tempestade que o ronda,
Aponta ao timoneiro o banco que ninguém sonda.
Ele aporta, por pouco não rompendo do casco o madeiro.
Não vê-la? Talvez por conta da noite? – se o dia
Ressurgiu para isto! E antes de partir novamente
O poente brilhou por uma fenda rente:
As colinas, como gigantes caçadores na tocaia,
Esperando que a presa na armadilha caia -
“Agora ataquem e matem a criatura, inclementes”.
Não ouvi-la? Com tantos sons à volta! O ribombar
dos sinos cada vez mais alto. Nomes nos meus ouvidos
Todos os aventureiros, meus companheiros perdidos -
Como, se um era tão forte, outro de tão corajoso bradar,
Outro tão afortunado, como foram perdidos acabar?
Um instante trazia tantos anos de sofrimentos renascidos.
Ali estavam eles, pelos lados dos montes, unidos
Para assistir meu fim. Eu, uma moldura animada
Para mais um quadro! Numa súbita labareda
Eu os vi e reconheci a todos. E, destemido,
Deixei meus lábios formarem um bramido:
“Childe Roland à Torre Negra chegou”, foi minha chamada.”
fim do mundo
Postado em Uncategorized em Março 26, 2009 por mercenaryluthienQuem aqui já não ouviu falar sobre o “fim do mundo” em 2012?
Profecias Mayas, fatos cientificamente comprovados que rumam para a destruição do mundo em 2012…
O calendário Maya acaba em 21/12/2012, que, dizem eles, em sua profecia, indica final/início de uma nova era. Eles acreditavam que a Terra existe em ciclos, e cada ciclo, acaba de uma maneira catastrófica. O último ciclo foi o que fez desaparecer a Atlântida por conta de mudanças no campo magnético da Terra, que, por outro lado, pode ser explicada pelo “Planeta X”, é um planeta, que fica depois de Plutão (que não é mais um planeta =( ), e tem seu magnetimo extramamente forte. Estudos feitos em Netuno dizem que, pela aproximação desse Planeta X, fez seu campo magnético mudar drasticamente e virar um caos, depois, a NASA desmentiu. Ninguém consegue tirar foto desse Planeta, nem nada, somente “sentem” sua presença devido às mudanças magnéticas em planetas/astros que ele passa perto, maas, como a NASA desmentiu a existência desse planeta, tudo não passa de especulação.
Tem também uma outra, que diz que um ufólogo calculou a distância da Linha do Equador, até a cidade de Rosswell, onde um disco voador teria caído, e achou uma distância de 2.012 milhas, e acredita ser uma “mensagem” sobre a vinda dos ETs para harmonizar o Planeta Terra e “salvar” a raça humana de sua própria destruição.
A teoria que mais me atrai é sobre a mudança no campo magnético devido à partículas solares (que também,é mais plausível). A fraqueza do campo magnético terráquio é iminente, sendo que, essa seria a nossa maior defesa do um dos fatores que nos proporciona a vida, o Sol, porém, com seu desgaste, existe a possibilidade de acontecer (de novo) a inversão dos Pólos. A inversão polar, não tem sua causa justificada, não há certeza absoluta que é o Sol que a causa, mas pode ser um dos fatores… Mas claro, isso é só especulação. Nenhum cientista afirma que a inversão dos Pólos acontecerá em 2012, tanto que isso levaria milhares de anos pra acontecer, mas nunca se sabe…
Há também a radioatividade do sol, que, dizem, está “desconcertada”, várias explosões solares registradas e tal…Isso acontece de 11 em 11 anos, ocorre mudanças na atividade solar, e nos ultimos 8 anos o Sol tem se comportado normalmente, leia-se, dentro do esperado, tendo a alcançar novos patamares de “distúrbios” em 2012.
Mas claro, há quem acredite, há quem não, eu ainda fico em cima do muro…Se isso vai acontecer mesmo, a gente vai ficar sabendo…
Mas que a NASA têm guardado grãos para uma possível guerra/apocalipse, ou o que quer que seja, tá confirmado! E sim, o Tom Cruise gastou 10 milhões de dólares para construir um abrigo subterrâneo…




